sexta-feira, abril 07, 2006
PIADA PRONTA
Playboy sem mulheres nuas?...
Veio da BBC:
Indonésia ganha "Playboy" sem mulheres nuas
A partir desta sexta-feira, a revista Playboy pode ser encontrada também na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo.
Segundo um porta-voz da Playboy, a edição local terá um conteúdo mais leve e menos explícito e estará disponível nas principais cidades do país.
O lançamento da edição é motivo de críticas por parte dos líderes muçulmanos, que consideram a Playboy uma má influência.
Segundo um fotógrafo da agência Associated Press que viu um exemplar, a versão indonésia da revista não tem fotografias de mulheres nuas – seu principal chamariz nas edições internacionais – e suas imagens são menos picantes do que as de revistas semelhantes também vendidas no país.
Desde o início do ano, quando o lançamento foi anunciado, indonésios conservadores vêm realizando protestos contra a revista.
E o fato da edição ser mais “leve” não comoveu o maior corpo islâmico do país, o Conselho de Clérigos da Indonésia.
“Nós não aceitamos a Playboy porque ela é um símbolo de pornografia”, afirmou o conselheiro oficial, Maruf Amin, à Associated Press.
“Ao publicar a revista, os editores correm o risco de enfrentar a oposição da sociedade”, acrescentou.
Pornografia, apesar de ilegal, ainda pode ser facilmente encontrada no comércio da Indonésia.
A polícia tenta combater a prática e o parlamento já pensa em elaborar uma lei antipornografia.
[Ouvindo: Lacuna Coil - Enjoy The Silence - Álbum: Karmacode]
Playboy sem mulheres nuas?...
Veio da BBC:
Indonésia ganha "Playboy" sem mulheres nuas
A partir desta sexta-feira, a revista Playboy pode ser encontrada também na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo.
Segundo um porta-voz da Playboy, a edição local terá um conteúdo mais leve e menos explícito e estará disponível nas principais cidades do país.
O lançamento da edição é motivo de críticas por parte dos líderes muçulmanos, que consideram a Playboy uma má influência.
Segundo um fotógrafo da agência Associated Press que viu um exemplar, a versão indonésia da revista não tem fotografias de mulheres nuas – seu principal chamariz nas edições internacionais – e suas imagens são menos picantes do que as de revistas semelhantes também vendidas no país.
Desde o início do ano, quando o lançamento foi anunciado, indonésios conservadores vêm realizando protestos contra a revista.
E o fato da edição ser mais “leve” não comoveu o maior corpo islâmico do país, o Conselho de Clérigos da Indonésia.
“Nós não aceitamos a Playboy porque ela é um símbolo de pornografia”, afirmou o conselheiro oficial, Maruf Amin, à Associated Press.
“Ao publicar a revista, os editores correm o risco de enfrentar a oposição da sociedade”, acrescentou.
Pornografia, apesar de ilegal, ainda pode ser facilmente encontrada no comércio da Indonésia.
A polícia tenta combater a prática e o parlamento já pensa em elaborar uma lei antipornografia.
[Ouvindo: Lacuna Coil - Enjoy The Silence - Álbum: Karmacode]